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A polícia britânica pediu ajuda das autoridades portuguesas na investigação do desaparecimento, em 2007, da menina inglesa Madeleine McCann, que na época estava prestes a completar 4 anos de idade, informou nesta segunda-feira (13) a procuradoria britânica (CPS).

Segundo o tabloide britânico "Daily Mirror", a Scotland Yard solicitou colaboração às autoridades portuguesas para deter três suspeitos de furto que supostamente atuaram no complexo de férias português onde os McCann passavam férias quando a filha deles desapareceu. O casal Gerry e Kate McCann chegou a ser apontado como suspeito do crime, e em 2011 Kate publicou o livro "Madeleine", no qual relata o "pesadelo sem fim" e "as visões horríveis" que teve sobre o paradeiro da filha.

A menina sumiu enquanto estava no quarto que compartilhava com seus irmãos pequenos em um hotel da cidade de Praia da Luz, no Algarve português, quando seus pais jantavam com amigos em um restaurante próximo. O caso nunca foi resolvido.

Um porta-voz dos pais da menina, Gerry e Kate McCann, disse ao "Daily Mirror" que os agentes britânicos estão preparados parar efetuar detenções e interrogatórios em Portugal sobre o desaparecimento de "Maddie", como a criança era carinhosamente chamada.

O tabloide afirmou que os agentes estavam se preparando para ir até o Algarve na tentativa de falar com os três indivíduos considerados "suspeitos-chave" do caso. O trio teria efetuado furtos no complexo de férias onde Madeleine desapareceu, no dia 3 de maio de 2007.

A Polícia Metropolitana de Londres abriu sua própria investigação sobre o caso em julho de 2013 e, em outubro, foram revelados novos detalhes sobre o desaparecimento da menina no programa de investigação da BBC "Crimewatch".

Desde então, mais de mil pessoas entraram em contato com a polícia para fornecer possíveis informações sobre o caso.

O porta-voz dos McCann disse que a carta é um "avanço significativo" e que "é necessário que a polícia britânica solicite às autoridades portuguesas uma permissão para operar em seu território".

Da EFE

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